TJAM E WPO PARTICIPAM ATIVAMENTE DO FORTALECIMENTO DA ZONA LIVRE DO COMÉRCIO ENTRE BRASIL E GUIANA.

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CONSUL
MARCOS_WPO

Vice Cônsul do Brasil em Lethen Teotônio Santa Cruz de Oliveira e Celso Dias Neves

Em recente visita oficial a Cidade de Lethen Republica Cooperativista da Guiana antiga Guiana Inglesa o Presidente do TJAM e World Parlament Of Security And Peace – Parlamento Mundial das Organizações Não Governamentais Celso Dias Neves acompanhado na visita oficial de Marcos Aurélio de Oliveira  Azevedo  Conselheiro de Direitos Humanos da WPO e Juíz-Arbitral do TJAM foram discutidos nesta audiência vários assuntos de interesse mutuo de ambos os países, pois Roraima hoje é ZLC e Zona de Livre Comercio através de vários protocolos assinados e muitos entendimentos estão sendo mantidos para aprimoramento desta estreita relação comercial entre os dois países

Recebido oficialmente pelo Vice Cônsul do Brasil em Lethen Teotônio Santa Cruz de Oliveira que alem de Cônsul de um grande incentivador comercial entre ambos países Brasil e Guiana, trabalha arduamente para implantação de varias lojas brasileiras em lethem levando assim ao pais mais impostos e geração de divisas com a visita de turistas a Guiana.

Levamos ao conhecimento do Cônsul que um tribunal arbitral e acima de tudo uma consultoria empresarial e neste sentido o TJAM tem empenhado seus esforços contatando vários empresários visionários que queiram investir na Guiana na Cidade de Lethen, esse trabalho em particular  estão sendo feito pelos nossos árbitros Marcus Azevedo e Hanibal Ferreira e já aponta sucesso nesta negociação.

Hoje dia 21 estiveram varias horas reunidas com representantes da Câmara de Comercio Brasil Guiana juntamente com dezenas de empresários para rever alguns pontos que visem melhor agilização da Zona Livre de Comercio.

Marcos Azevedo embarca sábado pra Georgetown para os preparativos da posse como Embaixador da Paz BHARRAT JADGEO Presidente da Republica da Guiana, posse que devera ocorrer nos próximos quarenta dias e devera ser um evento muito concorrido na Guiana.

 

Um pouco da Historia da Guiana.

Credito Fonte: girafamania.com.br

 

COOPERATIVA DA GUIANA (1966)

Comunidade Britânica
ex-Guiana Inglesa (Reino Unido da Grã-Bretanha)

Lema: "ONE PEOPLE, ONE NATION, ONE DESTINY"
("Um Povo, Uma Nação, Um Destino" — "Un pueblo, una nación, un destino")

Guyane — British Guiana
Nome oficial: The Republic of Guyana.
Capital: Georgetown.
Religião: Cristianismo 52% (protestantes 34%, católicos 18%), hinduísmo 34%, islamismo 9%, outras 5% (1990). Também bahaísmo.
Características: planície estreita com mangues (litoral); planaltos a 152 metros de altitude (maior parte); montanhas Acarai (S) e Pakaraima (O).
Cidades principais: Linden, New Amsterdam.
Divisão administrativa: 10 regiões.
Moeda (numismática): dólar guianense (Guyanese Dollar). Código internacional ISO 4217: GYD.

A Guiana é o único país de colonização britânica na América do Sul. A maior parte de sua população é de origem indiana...

A nação é pouco povoada e as cidades se concentram no litoral pantanoso. A maior parte do país é uma planície coberta de florestas, que só se eleva ao sul, na fronteira com o Brasil.

Sua economia é tradicionalmente baseada no plantio de cana-de-açúcar. Há pouco tempo a bauxita passou a ser o principal produto de exportação. Possui grandes reservas de ouro e diamante, ainda pouco exploradas.

A nação mantém disputas fronteiriças com a Venezuela, que reivindica 70% de seu território - a região que vai até o rio Essequibo, o principal do Estado.

Banhada pelo norte do Oceâno Atlântico, está limitada a oeste pela Venezuela, a sudoeste e ao sul pelo Brasil, e a leste pelo Suriname (ex-Guiana Holandesa).

 


 

História da Guiana

Terra dos arauaques, caraíbas e uaraus, a região da atual Guiana é conhecida por Cristóvão Colombo e outros europeus desde o século XV.

No entanto, começa a ser explorada por holandeses da Companhia das Índias Ocidentais apenas no princípio do século XVII, passando ao domínio inglês em 1815.

As colônias de Berbici, Essequibo e Demerara são unificadas em 1831, tornando-se a Guiana Inglesa, tendo no cultivo da cana-de-açúcar sua principal atividade econômica.

Após a libertação dos escravos, em 1837, são contratados indianos para trabalhar na agricultura.

A Guiana ganha limitada autonomia administrativa e política em 1928. Em 1953, 1957 e 1961, realizam-se eleições supervisionadas pelos britânicos.

Graças à Constituição de julho de 1961, a vitória do Partido Progressista do Povo (PPP), nas eleições de agosto, conduz o marxista-leninista Cheddi Jagan ao cargo de primeiro-ministro.

Em 1964, o PPP perde as eleições para o Congresso Nacional Popular (PNC), que nomeia Forbes Burnham para substituir Jagan.

Em função de conflitos entre militantes do PPP, que representa os asiáticos, e do PNC, que representa os negros, o Reino Unido envia tropas ao país...

Independência

Somente em 1966 a Guiana passa a ser um Estado independente e torna-se membro da Comunidade Britânica.

Após a vitória de Burnham nas eleições gerais de 1968, o PNC nacionaliza os principais setores da economia e estreita as relações com o bloco socialista...

História Postal da Guiana

Primeiramente, selos postais foram emitidos pela Guiana Britânica entre 1850 a 1966. Um número de selos muito raros pode ser encontrado neste país!

A primeira emissão da Guiana Inglesa (1850-1851) é conhecida por "Cottonreels" ou "Cotton Reels" por causa de sua semelhança com rolos de algodão.

O primeiro "Cotton Reel" foi emitido em 01/07/1850 (Scott: 1, SG: 1) e tem valor facial de 12 centavos... Alguns tem diferença de cor: 1850 - 12c (azul) e 1850 - 12c (azul brilhante). Outros que não sei: 1850 - 4c (amarelo limão) e 1850 - 8c (verde).

CURIOSIDADE

1856 — "One Cent Magenta"

O selo com valor facial de 1 centavo, é o mais raro e um dos mais caros entre todos os selos postais do mundo! Ele foi emitido pela Guiana Inglesa, em 1856, e parece que só existe um exemplar...

O selo foi emitido em um número limitado. Tem forma octagonal, não é perfurado e foi impresso em preto, sobre papel colorido... Não é possível encontrá-lo, pois existe apenas uma cópia conhecida, a qual é usada e traz uma assinatura em seu lado esquerdo.

O "Um centavo magenta" foi parte de uma série de 3 selos regulares, emitidos naquele ano, para uso em jornais locais. Os outros dois, um preto de 4¢ sobre carmim e um preto de 4¢ sobre azul, foram emitidos para postagem (ambos são igualmente raros).

UM CENTAVO CARO

A pequena, sonolenta e esquecida Georgetown não tinha muitos motivos para emocionar-se nos idos de 1850. A capital da Guiana Inglesa — "enclave" perdido na região setentrional da América do Sul, espremido entre a hostil floresta amazônica e o terrível Oceano Atlântico — vivia a tristeza morna da decadência.

O tráfego de escravos negros para as plantações de açúcar cessara em 1807. Fôra o primeiro golpe fundo na cultura canavieira — única fonte de riquezas bem explorada na colônia.

Vinte e sete anos depois, a própria escravidão seria abolida. A Inglaterra voltava-se para as Antilhas em busca de açúcar em condições econômicas mais vantajosas, a Europa preferia fazer açúcar de beterraba.

Estava à beira do colapso a colônia que, em 1831, a coroa de Sua Majestade criara unindo as possessões de Essequibo, Demerara e Berdice, compradas aos holandeses.

Ainda estavam por chegar os hindus, portuguêses e chineses - que trariam um modesto ressurgimento da antiga prosperidade. Por ora, apenas o sol era uma presença rica em meio ao casario ralo de Georgetown.

Eis que há uma comoção no correio da capital: o estoque de selos terminara antes que chegasse a nova remessa encomendada a Londres. Mas as cartas precisavam seguir. A solução era imprimir, na colônia mesmo, selos tão parecidos quanto possível aos encomendados à metrópole.

{Selos locais deveriam ter chegado de navio em 1856, mas não chegaram... Alguns dizem que houve um grande atraso, outros que tal navio naufragou...}

Com base num modêlo emitido quatro anos antes, em 1852, o tipógrafo da "Official Gazette" pôs-se a trabalhar. O resultado foram dois tipos de selos provisórios, nos valôres de um e quatro cents, menos longos e mais largos que os originais.

{O chefe dos correios, E.T.E Dalton, autorizou a impressão. Joseph Baum e William Dallas, que publicavam o jornal Gazeta Oficial, em Georgetown, imprimiram sob medida de emergência os 3 selos. Dalton deu algumas especificações sobre o desenho, mas o executor escolheu desenhar um navio na série de selos.}

Traziam num quadrado interno o desenho de um veleiro cercado pela expressão "Damus Petimus Que Vicissim" ("Damos e tomamos por isso"). Fora do quadrado, as referências "British Guiana", "Postage" e "One cent", sôbre fundo lilás-avermelhado.

Eram selos rústicos e o chefe dos correios temeu que pudessem ser falsificados. Determinou então aos funcionários que os assinassem no ato da venda. E assim se deu.

O que o prestimoso burocrata não podia prever é que um dêsses selos — de um cent, assinado por E. D. Wright — viria a ser o mais raro do mundo, avaliado em 1954 em 100 mil dólares, ou seja, 270 mil cruzeiros novos. Aqui se conta a trajetória dêsse exemplar único, da modesta Georgetown aos mais famosos leilões da história da filatelia.

Em 1873, um colegial inglês da Guiana, L. Vernon Vaughan, resolveu colecionar selos. Remexendo em algumas velharias, deu com o sêlo feio, não perfurado, mal cortado a tesoura, em forma de octógono. E sujo. Quase não era possível ler as iniciais E.D.W. e o carimbo postal (Demerara Ap 4, 1856).

Vaughan precisava de dinheiro e vendeu o sêlo a um colecionador local, R. Mckinnon, por 6 shillings — cêrca de NCr$ 2,10 {um dólar e meio}. Cinco anos depois, Mckinnon passou adiante tôda a sua coleção a um certo Ridpath, comerciante de selos de Liverpool, Inglaterra, pelo preço total de 120 libras - uns 850 cruzeiros novos.

Ridpath, que entendia do assunto, mas não demais, separou o sêlo da Guiana e o vendeu por 150 libras (cêrca de 1.050 cruzeiros novos) a um dos maiores filatelistas da Europa, um astríaco de nome Ferrari.

Aí, estourou a bomba: descobriu-se que o sêlo comprado pelo colecionador era o único exemplar ainda existente de tôda a emissão. Único porque era usado para a franquia de jornais. Colado sôbre o jornal, era com êle jogado fora após a leitura.

Estourou também a Primeira Guerra Mundial, que surpreendeu Ferrari em terras de França — terras inimigas. Tão depressa quanto pôde, Ferrari tratou de escapulir para a Suíça. E conseguiu. O que não conseguiu foi levar consigo a maior parte dos seus valiosos selos, inclusive o da Guiana.

Ferrari morreu em 1917 e deixou estipulado no testamento que tôda sua coleção fôsse doada ao Museu Real Postal de Berlim. Com isso a herança tornou-se "fortuna inimiga": a França confiscou-a por conta das reparações de guerra que seriam cobradas dos alemães.

No dia 6 de abril de 1922, o legendário sêlo vai a leilão. É um leilão histórico. Colecionadores do mundo inteiro fazem lances sôbre lances, as cifras sobrem. Quando o comerciante londrino Arthur E. Griebert, representando o milionário norte-americano Arthur Hind, diz: "300 mil francos" (cêrca de 52 mil cruzeiros novos), ninguém o contesta. O sêlo volta ao continente de onde saíra.

{Um rumor aconteceu nessa época, de que uma segunda cópia tinha sido descoberta e que o próprio Hind tivesse comprado e a destruído...}

Hind morreu em 1933; o testamento diz que o sêlo deve ser vendido e o produto dividido entre os herdeiros. A viúva contesta: "Arthur tinha dado o sêlo a mim, como presente." A questão vai aos tribunais, a viúva ganha a causa.

Em fevereiro de 1935, os leiloeiros londrinos Harmer, Rooke & Co. recebem a incumbência de vender o célebre sêlo pelo preço mais alto. Mas o preço mais alto conseguido — 7.500 libras, aproximadamente o mesmo valor pelo qual fôra adquirido — não satisfaz à viúva Hind e a transação não é efetuada.

Só em 1940, depois de vários outros leilões, o sêlo é arrematado. Por quanto e por quem, não se sabe: os lances foram sigilosos.

E Vaughan, o primeiro descobridor do sêlo? Quando a família Hind o disputava, fêz a seguinte declaração: "Perguntam-me como me sinto. Bem, procuro não pensar. De resto, que adiantaria?"

Nota: esse texto copiado foi escrito com acentuação diferenciada, pois em 18/12/1971, o então presidente, Emílio G. Médici, assina a Lei Nº 5765, a qual muda a ortografia da Língua Nacional. Enviado por Lídia em 30/05/2006.

Continuando a história...

Outra versão diz que a viúva de Hind entregou-o a um filatelista americano (cujo nome se desconhece) em 1940 e, este, o vendeu em1970, num leilão em Nova Iorque, pela quantia de 300.000 dólares.

O comprador, um colecionador anônimo da Pensilvânia, vendeu-o por sua vez, dez anos depois, por mais de um milhão de dólares.

Foi John E. duPont que o comprou em 1980... e o selo ficou guardado durante 30 anos, enquanto seu proprietário cumpria pena por assassinato...

Em 1999, aconteceu outro rumor, um segundo selo de 1¢ tinha sido descoberto em Bremen, Alemanha... Por duas vezes ele foi examinado, mas tratava-se de uma falsificação, desvendada pela Sociedade Filatélica Real de Londres.

De fato, tratava-se de uma alteração feita em um selo de 4¢ vermelho, que é bastante similar na aparência com o de 1¢. Hoje, o "1 centavo carmim" é avaliado em mais de 1 milhão de dólares!

Selos são emitidos pela República da Guiana desde 1966.

O primeiro selo como país independente, emitido em 1966 (Scott: 1, SG: 142), com valor facial de 12 centavos, ele foi remarcado com a sobrecarga "GUYANA INDEPENDENCE 1966" em um selo da Guiana Inglesa (Scott: 254), de 1954, o qual mostra o Jardim Botânico.

Já o primeiro selo impresso com o nome do país, também de 1966 (Scott: 20, SG: 408), com valor facial de 5 c, é o primeiro selo comemorativo: Independência.

Indianos 51%, afro-americanos 30%, eurameríndios 11%, ameríndios 5%, outros 3% (1996), compõem a população de nacionalidade guianense ou guianesa.

A língua ou idioma oficial é o inglês, falam-se também as línguas asiáticas hindi e urdu, ainda línguas regionais...

 

 

 

Última atualização em Ter, 30 de Agosto de 2011 12:22
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